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Agora iremos tratar de teoria, com um ponto de vista acadêmico. A base para o presente texto é o livro da Harvard Business School “Estratégia”, da coleção “Harvard Business Essentials”. Nosso foco será tratar de alguns aspectos relacionados à famigerada Análise SWOT, que é imprescindível em qualquer planejamento.

As forças são as capacidades que possibilitam que a empresa tenha um bom desempenho, ou seja, são capacidades que precisam ser alavancadas.

As fraquezas são características que dificultam ou impedem que sua empresa tenha um bom desempenho, e precisam ser abordadas e mudadas.

As oportunidades são as tendências, forças, idéias, conjuntura que a empresa pode tirar proveito.

As ameaças são eventos ou forças que não estão sob seu controle, e demandam planejamento por parte de sua empresa para lidar com estas, ou então eliminar os seus efeitos.

No que diz respeito à construção da SWOT, primeiramente, tem-se a Análise Externa, que envolve analisar clientes, restrições de preço, concorrentes, distribuição, tecnologia, macroeconomia, regulamentação, estilo de trabalho, incertezas, fornecedores, parceiros, câmbio, dentre vários outros. Daí pode-se retirar as ameaças e oportunidades.

A Análise Interna diz respeito ao desempenho da concorrência, poder da sua marca, portfólio de produtos, domínio técnico, habilidade dos funcionários, cultura da empresa, situação financeira, dentre outros. A partir de tal análise levantam-se as forças e fraquezas.

Não há como aqui explicar cada um dos pontos levantados, mas a idéia mais geral é que a empresa tenha ciência das características dela, do seu setor, bem como da conjuntura da economia e perspectivas quanto a isso. Um modelo que auxilia a levantar tais pontos é o modelo das 5 forças de Porter.

Se faz extremamente necessário que a empresa saiba quais são suas competências essenciais, que são suas peculiaridades que permitem algum tipo de desempenho superior. Há algumas metodologias que facilitam a identificação de tais competências, bem como no levantamento dos pontos fortes e fracos, mas não serão discutidas aqui.

A partir daí, deve-se formular a estratégia, mas esse é um tema que não será tratado aqui. O objetivo desse texto foi mostrar de forma breve a construção de uma análise da empresa, visto que é fundamental que o empresário saiba em qual situação competitiva ela está, para que a partir daí se formulem as estratégias, com vistas às metas e objetivos e seu posicionamento no mercado.

Nesse sentido, procurar uma consultoria especializada, como a 4Advisors, que tem forte ênfase no processo de planejamento, alavancará seus negócios, aumentando seu faturamento e seu poder de se impor perante a concorrência. Entre em contato conosco.

Melhor que o desempenho da seleção brasileira na copa é a recuperação e crescimento que a economia vem apresentando nos últimos meses. O mercado continua prevendo grandes taxas de crescimento, assim como uma aceleração da inflação no curto prazo.

Segundo o relatório Focus, elaborado pelo Branco Central do Brasil, o mercado espera para 2010 um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 7,0%, enquanto que 2011 a taxa de crescimento será de 4,5%. São perspectivas muito animadoras considerando que o mundo ainda está se recuperando da crise econômica deflagrada pela bolha no mercado imobiliário norte americano.

Este crescimento acelerado gera preocupações por parte do mercado com relação à inflação. Ainda segundo o relatório Focus, o mercado prevê para 2010 que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado para o cálculo da inflação se manterá no patamar de 5,61%.

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já indica que a inflação está corroendo os rendimentos médios dos trabalhadores das seis principais regiões metropolitanas do país. De acordo com a pesquisa, a queda de 0,9% nos rendimentos médios pode ser explicada pela maior inflação no mês de maio.

Para acalmar as expectativas do mercado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve para 2012 a mesma meta de inflação de 2011 – 4,5% – com margem de tolerância de dois pontos percentuais positivos ou negativos. Desta forma, o governo sinaliza ao mercado sua intenção de manter metas elevadas, evitando que o Banco Central tenha que prosseguir com políticas monetárias restritivas, o que seria prejudicial ao crescimento econômico. Ainda assim, o mercado prevê para 2011 um aumento da Taxa Selic, que pode chegar a 12% a.a. como tentativa de frear o crescimento econômico.

As expectativas são também de um aumento do crédito no curto prazo principalmente para pessoas jurídicas, que em 2009 apresentou variação de 1,2% enquanto que as previsões para 2010 são de 21,6%, o que também é um forte indicador do crescimento econômico.

Com relação ao câmbio, o mercado prevê que o dólar manterá uma taxa de R$1,80 beneficiando os setores exportadores, gerando um saldo na balança comercial de US$ 15,1 bilhões, ainda para 2010.

A 4 Advisors é uma empresa de consultoria que lhe auxiliará no entendimento da conjuntura econômica atual que é fundamental para o bom desempenho de sua empresa e o desenvolvimento de um plano de negócios fiel a realidade do mercado.

Continuando com a nossa dinâmica de publicações, hoje o assunto tratado por nós será de um tema diverso. Iremos tratar de um tema que é de grande importância não apenas para a empresa mas principalmente para as pessoas físicas: renegociação de dívidas.

Primeiramente, uma coisa deve ficar bem clara: se você ficar devendo a alguma instituição, você não pode ser preso. Uma pessoa física só pode ser presa, segundo a legislação brasileira, se não pagar pensão alimentícia e/ou se vender bens que estão sob direito do estado. Sendo assim, se você não pagar determinada dívida, poderá ter seus bens confiscados, ter credito restringido (nome sujo) e muita dor de cabeça. Mas nunca poderá ser preso.

Mesmo não sendo preso, ficar inadimplente fará com que qualquer espécie de crédito seja restringido, ou seja, seu nome irá para o SPC – Serasa. Dessa forma, processos de renegociações de dívidas são muito importantes para evitar estes problemas. Já que através deste é possível fazer acordos com o credor (aquele para quem se deve) e evitar que o nome seja enviado para a lista negra do comércio.

Nesse momento, que surge a dúvida: como conseguir me livrar das dívidas: É negociar com o banco, fazer um novo empréstimo ou desfazer-se de algum bem?

A resposta que lhe damos é: depende! Depende de duas variáveis principais: 1) Quanto e como se está devendo;  2) quanto se ganha.

Se você deve ao banco R$500,00 e ganha menos do que R$1000,00 será muito difícil que consiga quitar de uma única vez sua dívida. Assim, a melhor forma é negociar diretamente com o gerente do banco solicitando taxas menores e prazo maiores. Ao contrário do que se imagina, o banco tem bastante interesse em negociar a dívida, pois para eles é melhor que a pessoa pague menos e em mais tempo do que nunca pague.

Se você deve ao banco R$10.000,00 e ainda recebe menos de R$1000,00 será novamente difícil que consiga quitar a dívida num prazo curto. Terá, muitas vezes, que fazer financiamentos com prazos muito longos que resultam em juros extensos. A melhor forma, seria desfazer-se de algum bem que não seja tão necessário. Muitas vezes é difícil desfazer-se de um carro ou de outro bem útil. Contudo, pode ser muito interessante trocar um carro caro por outro mais barato. E com a diferença pagar a dívida. Isso fará com que você não pague os juros e consiga guardar dinheiro para então, aí sim, realizar o upgrade no seu veículo.

Vender bens para pagar a dívida pode ser interessante, já que corta de uma vez – ou seja, deixa-se de pagar os juros. E tratando-se de um carro, a pessoa ainda corta as despesas com combustível, impostos, estacionamento. Por outro lado, se é impossível ficar se carro, pode-se dar o carro como garantia e pegar um financiamento com juros menores ou ainda vender o carro caro trocando-o por uma mais barato. A diferença pode ser usada para quitar a divida.

Quem deve no cartão de crédito, financeiras, ou no cheque especial também pode renegociar a divida trocando a dívida por uma mais barata recorrendo ao empréstimo pessoal ou ao crédito consignado (mas o consignado apenas para carteira assinada).

São questões matemáticas. Deve-se verificar qual o valor dos juros embutidos na dívida. Tenha sempre em mente que sempre se paga juros. Mesmo nas compras sem juros, o valor já está embutido na compra à vista.

Para se ter uma idéia, a tabela de juros MENSAIS praticados pelo mercado é a seguinte:

Sendo assim, antes de fazer uma divida, tenha certeza de se conseguirá quitá-la. Agora, se já tiver uma dívida, a melhor forma é conversar diretamente com quem se deve e buscar uma negociação. Todos sairão ganhando.

Para mais sugestões de problemas de negociação pode consultar o site do UOL: http://economia.uol.com.br/financas/renegociacao-de-divida.jhtm

E ainda entrar em contato com a 4Advisors4aconsultoria@gmail.com

Geralmente quando se fala em marketing, a primeira ideia que surge é propaganda. Pois bem, o presente texto visa esclarecer alguns pontos sobre tal questão, visando um uso eficiente do marketing pelo empresário.

“Marketing é um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros” (KOTLER e KELLER, 2006).

Utilizando dois grandes expoentes da teoria de marketing, temos uma das várias definições. Esta diz respeito então às necessidades, ou seja, marketing é o processo de lidar com as necessidades, e o surgimento de produtos e/ou serviços.

O empresário deve se atentar às necessidades dos clientes, e qual o seu posicionamento à respeito. Se há necessidades, deve-se criar um produto/serviço. Há também a criação de necessidades, de acordo com o poder de influência da empresa.

É importante ressaltar o processo de criação de valor, visto a função que relaciona custo e benefício, diante da percepção do consumidor diante do produto/serviço em questão.

Há a abordagem dos 4P’s e dos 4C’s:

  • Produto – Cliente (solução para)
  • Preço – Custo (para o cliente)
  • Ponto – Conveniência
  • Promoção – Comunicação

Estes itens compôem o chamado “Composto Mercadológico”, e são essenciais dentro da estratégia de marketing da empresa.

O empresário deve-se atentar também ao ciclo de vida do seu produto. Saber qual a trajetória deste diante do comportamento do mercado, entender o papel essencial da inovação, seja de produto ou processo.

Dentro do escopo da empresa, se faz essencialmente necessário um Plano de Marketing, que trata justamente de uma análise interna e externa, objetivos, plano de ação, mix de marketing, dentre outros.

Marketing não é propaganda. Propaganda é um esforço de venda; publicidade é tornar público. Com o marketing bem estruturado, sua empresa tem muito a ganhar. Contrate a 4Advisors e tenha um marketing eficiente.

Os economistas desenvolveram diversas teorias para explicar o crescimento da renda e o conseqüente desenvolvimento econômico. Existem modelos tanto dinâmicos, quanto estáticos que abordam os diversos componentes que têm impacto na renda. Porém, muitos determinantes desta ficam subentendidos por fatores mais abrangentes e não lhes é dada a devida importância, como é o caso da demografia.

O modelo mais simples para explicar os determinantes da renda é:

Y = C + I + G + (X-M)

No qual Y é a renda, C o consumo, I investimentos, G os gastos do governo e (X-M) o saldo da balança comercial do país. Nota-se que estes fatores são abrangentes e podem ser subdivididos em diversos outros fatores, que inclusive se repetirão na forma de alguma relação em outro fator. Não cabe aqui discutir qual é impacto quantitativo deste bônus nos fatores, mas somente sua correlação.

Um contingente populacional maior pode ser considerado como força de trabalho. Estes trabalhadores destinarão parte de sua renda para o consumo e parte para a poupança (S). A parte destinada para a demanda agregada fomentará a atividade produtiva, desta forma, ex-post gera-se mais empregos, renda e investimentos, levando ao crescimento econômico. A parte destinada a poupança pode ser revertida como investimento, acionando todo o mecanismo citado acima. Desta forma teríamos o aumento da renda pelos dois fatores: aumento do consumo e do investimento.

Já no fator gastos do governo, teríamos impactos em dois sentidos contrários. Um maior contingente populacional demanda mais serviços públicos e infra-estrutura de forma que o governo deverá aumentar seus gastos para suprir essas demandas. Isso nos levaria a concluir pela equação acima em um aumento da renda. Por outro lado, se considerarmos que mesmo com o aumento da base tributável o governo deverá aumentar seus impostos para financiar o gasto público, teríamos uma redução do consumo, já que a renda disponível diminuiria.

O chamado bônus demográfico é um fenômeno que, segundo especialistas, ocorre somente uma vez em um país e se caracteriza tanto por mudanças sociais, como por mudanças na estrutura populacional. Este evento ocorre quando a relação entre dependentes e população em idade ativa diminui, ou seja, temos mais pessoas capazes de gerar renda do que aquelas que dependem da renda de terceiros, como por exemplo, os gastos familiares com filhos ou idosos.

O que movimenta este evento são por exemplo, a maior urbanização, a inserção da mulher no mercado de trabalho e a disseminação de métodos contraceptivos, ou seja, eventos que reduzem a taxa de fecundidade, reduzindo o número dos dependentes, no caso, menores de 15 anos.

Quando o país entra nesta transição, as pessoas consideradas como ativas podem poupar mais, capital que será destinado para investimentos necessários para promover o crescimento da capacidade produtiva.

O bônus demográfico só é aproveitado se este contingente populacional está efetivamente empregado e as políticas macroeconômicas oferecem estabilidade de forma a garantir a melhor alocação dos recursos e o aproveitamento do excedente de pessoas ativas. De acordo com muitos especialistas este momento deve ser aproveitado para garantir um excedente de renda e arrecadação, pois no momento seguinte da transição o número de idosos começa a crescer e há maior pressão no sistema previdenciário.

Solow propõe um modelo para o crescimento que relaciona produto agregado com dois outros fatores de produção: capital e trabalho. Trabalho neste caso é dado pela população multiplicada pela taxa de atividade, desta forma, temos a participação do fator demográfico no modelo.

Dados os insumos capital e trabalho, a quantidade de produto obtida depende também do estado da tecnologia disponível que atua como um multiplicador do fator trabalho resultando no trabalho efetivo.

Desta forma, o crescimento do produto por trabalhador efetivo dependeria somente do aumento de capital por trabalhador efetivo. Este aumento também deve ser proporcional ao aumento do número de trabalhadores efetivos, relacionado ao crescimento da população.

O mesmo se nota no modelo anterior. O produto agregado deve aumentar na mesma proporção que o crescimento demográfico de forma que se mantenha o nível de renda per capta. Caso contrário, a redução da renda relativa levaria tanto a uma redução no consumo como na poupança, afetando assim o nível de investimentos e o crescimento da economia em um ciclo auto-sustentável.

A demografia é um fator de suma importância no crescimento do produto, já que tem influência tanto no sentido da demanda agregada, quanto na realização de poupanças e investimentos, porém é tratada como fator secundário e indireto na grande maioria dos modelos. Nota-se também que, mesmo se considerassem o fator populacional, estes modelos consideram a taxa de desemprego constante, o que torna o modelo de baixa aplicabilidade em termos reais.

O Brasil é um país de destaque na crise econômica mundial, visto a rapidez com que se recuperou neste período. O país não é imune aos choques externos, mas com certeza está mais preparado para enfrentar crises futuras. Passados os piores efeitos da crise, as projeções de crescimento já animam o mercado.

O ministério da Fazenda aumentou as projeções de crescimento do PIB brasileiro de 5,2% para 6,5% em 2010. Não é nenhuma volta do “milagre econômico”, porém se comparado ao resto do mundo, o Brasil é o país que apresenta melhor recuperação da crise. A consultoria FocusEconomics prevê no último relatório de perspectivas para a região latino-americana, que esta crescerá 4,8%. Enquanto isso, os Bancos Centrais de países desenvolvidos como EUA e Alemanha, prevêem respectivamente 3,5% e 1,9% em 2010.

Todo este crescimento provem de uma atividade econômica interna e consumo aquecidos, o que gera a preocupação quanto a inflação no período. Ainda segundo a análise da FocusEconomics as previsões para inflação aumentaram 0,9 pontos em quatro meses e agora se estima que fechará o ano em 5,4%.

Para conter o crescimento acelerado e a inflação, neste último dia 9 o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) anunciou o aumento da taxa básica de juros (Selic) de 9,50% para 10,25% ao ano, o segundo aumento consecutivo em 2010. Esta medida aumenta o custo das operações de crédito, o que contribuirá para desacelerar o consumo e conseqüentemente o crescimento da economia. As expectativas do mercado financeiro para os ajustes da taxa neste ano vão até o limite de 11,75%.

A balança comercial também vem sendo afetada por todo este crescimento apresentado resultados negativos, já que últimos meses as importações acima das exportações gerando déficit nas contas externas. No trimestre, o saldo negativo foi de R$13,8 bilhões, sendo que no mesmo período do ano passado era de R$3,8 bilhões. Neste cenário de importações maiores que exportações, o dólar tem apresentado altas consecutivas por mais de quatro semanas, sendo que somente nesta sexta-feira fechou abaixo do patamar de R$1,80.

O crescimento precisa ser financiado, o que gera a necessidade do aumento da poupança interna. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ressaltou a que apesar do aumento da capacidade do governo de investir, do crescimento do mercado de capitais ainda há a necessidade do aumento da poupança interna. O próprio crescimento econômico e o aumento da renda per capta já contribui para o aumento da poupança interna, porém esta ainda está aquém das necessidades de financiamento para as taxas de crescimento previstas.

A 4 Advisors é uma empresa de consultoria que lhe auxiliará no entendimento da conjuntura econômica atual que é fundamental para o bom desempenho de sua empresa e o desenvolvimento de um plano de negócios fiel a realidade do mercado.

Recentemente foram divulgadas umas série de notícias que faziam alusão ao fato da Apple ter superado a Microsoft no valor de mercado. O valor da ação da Apple hoje é 10 vezes maior que há 10 anos, quando a empresa começou a ter lucros colossais com a revolução que gerou no setor de eletrônicos ao lançar produtos como iPod, iPhone e notebooks MacBook. Já a Microsoft teve uma queda de 18% no preço de suas ações com relação a 10 anos atrás.

O que pode justificar tal diferença?

Pois bem, sabe-se que a inovação é fundamental, e mesmo uma empresa líder, como no caso a Microsoft, não pode se acomodar, visto que as concorrentes estarão em incessante processo de inovação.

Os próprios CEOs das empresas divergem com relação às tendências futuras. Steve Jobs, da Apple acredita que a era dos PCs está com os dias contados, visto que há uma crescente perda de espaço para tablet PCs e smartphones. Por sua vez o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, avalia que o mercado de PCs continuará a avançar por muitos anos.

Cada CEO tem um posicionamento diferente, não só pelas opiniões pessoais, mas porque cada um domina uma das tendências apontadas. A Microsoft é a líder absoluta em sistemas operacionais, enquanto a Apple atua além disso, com forte presença nas tecnologias móveis.

Novos produtos, projetados de acordo com análises do comportamento e das demandas dos consumidores, podem ser uma das chaves do sucesso, dentro da estratégia de tais empresas. Aí entra o papel do marketing dentro da dinâmica da inovação.

O presente texto tem como pano de fundo, a intenção de mostrar aos empresários que a realidade não é imutável. Se o empresário tem um bom produto, um bom projeto, em qualquer área, tal inovação pode projetar sua empresa, que ao longo do tempo pode vir a se tornar um grande player, ou ser comprada por uma empresa de relevância.

Nesse sentido, se há ideias, estas precisam ser colocadas em prática! Procure uma consultoria, como a 4Advisors, e faça um Plano de Negócios que garantirá investidores/financiadores para seu projeto!